6 de agosto de 2017

São Paulo, 02/08/2017 - Participação no Programa Metrópolis, da TV Cultura, com o apresentador Cunha Jr.


13 de junho de 2017


Eu quero ouvir você olhando o vento,
E quero ver você cantando alto,
Mas não procure, assim, de modo incauto,
Zombar da força do meu pensamento.
Não deixe a glória desse sentimento
Julgar meus dons e me tomar de assalto.
A mesma angústia e o mesmo sobressalto
Crucificaram-me em seu Julgamento.
Mas a verdade é um dom que vem de Deus,
E contra Deus ninguém conspirará.
A Ele entrego a luz dos sonhos meus,
Em suas mãos, entrego quem virá...
E assim construo, sem dizer adeus,
A estrada longa desse meu penar.

Carlos Eduardo Drummond

19 de maio de 2017

Clique no link e ouça a playlist com as músicas citadas em notas de rodapé ao longo das 544 páginas do livro CAETANO - uma biografia, de Carlos Eduardo Drummond e Marcio Nolasco.


8 de maio de 2017




Alegria, Alegria:
Finalmente as histórias de vida do nosso velho baiano estão aqui! 

Editora Seoman, Livraria Cultura e os autores Carlos Eduardo Drummond e Marcio Nolasco convidam todos para o lançamento do livro "Caetano - Uma Biografia" com uma programação especial:

Dia 13/05, sábado:

16hs - Sessão de autógrafos
17hs - Pocket Show 'Cantora Gil canta Caetano'

Livraria Cultura | Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073 - Bela Vista / SP



A Editora Seoman e os autores convidam para o coquetel de lançamento de CAETANO - uma biografia (A vida de Caetano Veloso, o mais Doce Bárbaro dos Trópicos) a ser realizado
em 10/05, às 19hs, na livraria Saraiva do Salvador Shopping.

15 de abril de 2017



Coquetel de Lançamento do livro CAETANO - uma biografia.
03/05 - 19hs - Livraria da Travessa do Shopping Leblon
Rua Afrânio de Melo Franco 290 - 2o Piso - Leblon - RJ

Bem próximo há uma estação do METRÔ: Estação JARDIM DE ALAH

10 de abril de 2017

Lançamento: Maio/2017

Caetano - uma biografia - A vida de Caetano Veloso, o mais Doce Bárbaro dos Trópicos. Editorial Seoman. - 1ª edição, 2017 -  544 páginas.


15 de janeiro de 2017

Rogai por mim, dicionário,
Agora e na hora do meu
Exílio literário.
Guardai em vossas páginas
Palavras vestidas com classe,
Adjetivos perfumados,
Levíssimos substantivos,
Artigos destemidos,
Pronomes vencedores,
E verbos de dar inveja a corredores.
Rogai por mim, dicionário,
Agora e na hora do meu
Exílio literário.
Ofertai-me vossa semântica,
E vossa divinal sabedoria,
Pois eu vos declaro:
Minha Bíblia Sagrada,
Meu Novo Testamento,
O testamento da minha poesia.

 Carlos Eduardo Drummond


17 de outubro de 2016




Não há nada mais democrático
No mundo que o "ar"...
O rico, o pobre, o feio, o bonito...
Todos, sem exceção, têm direito a uma boa tragada...
Então, meu amor, como ousa me deixar sem fôlego?


Carlos Eduardo Drummond

2 de outubro de 2016

(Para Torquato Neto)
 
Nem contra,
Nem a favor...
...ainda.
Afinal, estou vindo,
                 Estou vindo,
                        Estou vindo...
Pra dizer:
O que importa é ficar tudo lindo!


Carlos Eduardo Drummond

25 de setembro de 2016


"Escrever é não deixar o mundo morrer asfixiado. Os livros são como o ar que respiramos. Sem eles, a humanidade morreria".

Carlos Eduardo Drummond

17 de junho de 2016

Não se condena duas vezes
Pelo mesmo crime.
Assim afirma o Direito.
Mas eu não aceito!
Ontem, morri de saudade;
Hoje também; amanhã idem,
Depois, bis in idem...
E você, solta no mundo,
A zombar dessa gente,
Continua a me matar impunemente.


Carlos Eduardo Drummond

17 de maio de 2016


A Cultura de um país é, sem dúvida, seu bem mais precioso. Não há desenvolvimento completo de uma nação sem ter uma Cultura sólida, diversificada, amparada e em constante evolução. Tudo o que foi comentado essa semana sobre o tema torna clichê qualquer fala elogiosa, mas me sinto na obrigação de defender a classe a que pertenço, tanto institucionalmente quanto artisticamente. O fim do Ministério da Cultura foi um golpe no coração do Brasil e dos brasileiros, ainda que muitos não tenham se dado conta, pois a poderosa “força invisível” da Cultura nunca foi perceptível para todos. O que mais me entristece no momento é constatar que o governo recém-empossado decidiu fazer parte desse último grupo. Se a Cultura, de fato, sair da pauta do governo, conforme as modificações estruturais sugerem, os efeitos no futuro da sociedade serão devastadores do ponto de visto humano. E mais uma vez, muita gente nem vai perceber, ou, ainda, não vai associar causa e efeito. Contudo, sou otimista por natureza. Continuarei acreditando na arte e na cultura como agentes de modificação social, imprescindíveis à evolução de cada ser humano. Mais do que acreditar, não deixarei de contribuir de modo prático com esses dois pilares do país, produzindo material de cunho artístico e cultural sempre que a inspiração me fizer companhia.

5 de abril de 2016


Amar o próximo
Não precisa ser distante...
Cante no ouvido dele
Uma canção de amor errante,
E ele, de repente, amará contente
O próximo distante!


Carlos Eduardo Drummond